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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Sport e Internacional já discutem transferência de Rithely em definitivo

Volante foi emprestado pelo Leão ao Colorado até final de 2019, mas fez cirurgia e não entrou em campo; gaúchos têm até dia 2 para confirmar negócio

Rithely ainda não conseguiu jogar pelo Internacional (Foto: Reprodução)

No dia 11 de março, o Sport oficializou o empréstimo do volante Rithely ao Internacional até o final de 2019. Mas o martelo ainda não foi batido. Ele teve de passar por uma cirurgia no tornozelo esquerdo e, como não podia entrar em campo, o Colorado ganhou até o dia 2 de setembro para oficializar o negócio. Só que a transação pode mudar. E o jogador ficar em definitivo no clube gaúcho.
De acordo com o executivo de futebol do Sport, Klauss Câmara, Sport e Internacional tratam algumas possibilidades. Sem divulgar os moldes, disse que o desfecho deve sair nesta sexta-feira.
+ Na "seca", Hernane vive expectativa de marcar primeiro gol pelo Sport
- Sport e Internacional estão conversando. Houve uma procura, mas não um desfecho. Entre hoje e amanhã vamos definir algo em relação ao futuro de Rithely - confirmou Klauss.
No antigo acordo, o Colorado iria desembolsar R$ 1,2 milhão pela negociação, além do empréstimo de três jogadores – Ernando, Cláudio Winck e Andrigo – e um bônus de R$ 300 mil, caso Rithely fosse titular em 60% dos jogos do Brasileirão.
De colete disputando a bola, Rithely começou a treinar normalmente no Inter (Foto: Eduardo Deconto)

Quais as possibilidades?

  • Ficar em definitivo no Internacional
Existe a chance. O clube gaúcho pode desfazer o vínculo de empréstimo até o fim de 2019 e ficar de vez no Colorado. O Sport teria uma compensação financeira e adquirir a porcentagem de algum jogador que hoje está emprestado ao Leão - o zagueiro Ernando, com acordo até o fim do ano, é o preferido. O Leão pode levar, ainda, os direitos econômicos de um outro atleta do clube gaúcho.
- Conversamos sobre vários formatos. Essa é uma hipótese (ficar em definitivo). Mas, quando tiver um desfecho, a gente divulga. Há possibilidade de retorno dele, a possibilidade dele ficar em definitivo... Estamos vendo o melhor formato - disse Klauss Câmara.
  • Prorrogar o empréstimo
Como não pôde contar com Rithely dentro de campo, uma das possibilidade levantadas pelo Internacional é prorrograr o vínculo de empréstimo. Como ele fez a cirurgia em abril, o Inter quer que o contrato se estenda, pelo menos, até outubro de 2020. Ou seja, por mais seis meses. Exatamente o tempo que o volante esteve de molho. Outra possibilidade é que o empréstimo vá até dezembro de 2020.
  • Retornar ao Sport
Essa é a oportunidade mais remota. Mas, caso as partes não cheguem a um acordo - que é o mais difícil -, Rithely pode retornar e cumprir o contrato com o Leão.
Em janeiro de 2017, o Sport anunciou a renovação do acordo do volante até 2022 e a compra de outros 50% de direitos econômicos de Rithely. Hoje, o clube rubro-negro tem 100% dos direitos do jogador. Enquanto se recupera da cirurgia, o volante é pago pelo Leão.

sábado, 25 de agosto de 2018

Eduardo Baptista lamenta tempos distintos e nova desatenção do Sport

Treinador acredita que semana inteira de trabalhos, com foco no Paraná, no dia 2 de setembro, pode amenizar erros e levar time à vitória depois de 11 jogos sem triunfo

Eduardo Baptista disse que Sport se expôs depois de levar o primeiro gol (Foto: André Durão/GloboEsporte.com)

A falta de atenção tem sido até mais perigosa que os adversários do Sport, na Série A, nos últimos jogos. E, diante do Botafogo, este sábado, no Engenhão, esse rival inanimado foi determinante para a nova derrota do Leão, agora por 2 a 0, no Brasileirão 2018 – o 11º confronto sem vitórias, igualando o recorde de 2012, na era dos pontos corridos. A reflexão é feita com base na análise do técnico Eduardo Baptista em relação às ação dos rubro-negros, diante dos cariocas. Para ele, alguns pecados, principalmente a falta de atenção, têm difultado mais as coisas para o lado do Sport.
A realidade dos fatos é que, com a nova queda, o Sport caiu para a zona de rebaixamento da competição - está em 17º, com 20 pontos. E vê rivais ao redor com apresentações a menos na tabela. Em tese, com partidas a serem realizadas, a chance de os adversários deixarem os pernambucanos mais para trás crescem de maneira sólida. Nos dias atuais, mais que vencer, o time da Ilha precisa mostrar forças para lutar até o fim pela permanência na elite do futebol nacional.
Eduardo Baptista destacou mais um primeiro tempo digno, com concentração acima do visto em algumas situações. Aquilo que quer ver na equipe, só que de modo mais efetivo. A hora de melhora, no entanto, começa a bater na porta. No seu comando, o Leão já soma três derrotas e sete gols tomados.
A falta de intensidade, volume e até tranquilidade para colocar o jogo de modo mais eficiente, diante dos adversários, tem tudo para ser amenizado nos próximos dias. Eduardo confia que a semana inteira de treinamentos – joga com o Paraná no domingo, dia 2 de setembro – é uma aliada importante neste momento.
- A partir do momento que tomamos o gol e precisamos sair para jogar expôs a nossa fragilidade. Algumas desatenções na bola parada, que deram a chance para o Botafogo chegar na frente. E aí tomamos o gol. Não estamos nos organizamos rapidamente. No primeiro tempo até conseguimos jogar um pouco mais, mas no segundo houve mais dificuldades - lamentou.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Claudinei explica blindagem no Sport: "Foi opção da diretoria

Treinador não falou com a imprensa após a derrota de 4 a 1 para o Flamengo e dois treinamentos foram fechados, mas, segundo ele, quem optou por tudo isso foi a direção

Claudinei Oliveira: "Eu fico feliz pelo apoio que a diretoria me deu (após o jogo contra o Flamengo)" (Foto: Aldo Carneiro/ Pernambuco Press)

semana do Sport foi atípica. A começar pelo pós-jogo contra o Flamengo - a goleada de 4 a 1 no último domingo, no Maracanã. Não foi Claudinei Oliveira que apareceu na entrevista coletiva, e sim o executivo de futebol, Klauss Câmara. Segundo o dirigente, a decisão era para proteger o treinador. Claudinei confirmou a versão.
- A decisão de falar não foi minha. Foi da direção. Eles quiseram se posicionar em relação ao trabalho e eu ainda nem tinha perdido quatro jogos na minha carreira. Quando cheguei ao vestiário, Klauss disse que queria fincar o pé de dizer que estava ao meu lado. Eu não me recusaria a falar, até porque eu não falo para a imprensa, falo para o torcedor. E eu fico feliz pelo apoio.
+ Na pressão, Sport se blinda, fecha treinos e opta pelo mistério
Durante a semana, outra coisa atípica aconteceu. Dois treinamentos seguidos foram fechados, algo que ainda nã tinha acontecido com frequência desde a chegada de Claudinei Oliveira no mês de maio. Novamente, a decisão partiu da diretoria. Com o ambiente pressionado - afinal, são seis jogos sem vencer, com um empate e cinco derrotas, sendo quatro seguidas - o volante Fellipe Bastos também procurou defender o comandante.
Sobre isso, Claudinei também disse que não foi uma opção dele:
"Não foi uma decisão minha fechar os treinos. Até porque se fosse assim, eu iria fechar hoje também porque é meu treino mais importante. Foi decisão da direção. Eu não vejo problema em fechar um treino ou outro, mas não foi decisão minha. São decisões que temos de aceitar e seguir o trabalho. Eu não estou aqui a passeio. Moro a uma quadra da praia e nunca pisei nem no calçadão. A gente veio para cá para trabalhar. Amanhã ou depois não posso mais estar aqui, mas não é por causa de falta de empenho meu."
Claudinei Oliveira ainda não tinha falado depois do jogo contra o Flamengo e aproveitou para poder explicar o que aconteceu na goleada sofrida pelo Sport. Ele disse que foi o segundo tempo mais desorganizado da equipe desde que chegou. No intervalo, o jogo estava empatado. Na etapa complementar, o Leão tomou três gols.
- Foi o segundo tempo mais desorganizado desde que eu cheguei. Conseguimos o gol no fim do primeiro tempo e eles não tinham tantas chances de gol no primeiro tempo. Pensei que a gente ia ficar organizado, o Flamengo ia se expor e a gente ia aproveitar o espaço. Mas tivemos dois erros, tomamos dois gols e a equipe se desorganizou de uma forma que ainda não tinha acontecido. Fiquei com medo de tomar mais, seis ou sete. Qualquer falha é fatal e eu não fiquei satisfeito com rendimento. Acho que não foi falta de empenho. Nós corremos, mas corremos errado.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Com novo gol marcado, Winck pede passagem e acirra disputa no Sport

Antes titular da lateral direita, ele ficou de fora da equipe, mas fez o de honra na goleada sofrida diante do Fla e vê concorrente Raul Prata contestado


Cláudio Winck jogou pela primeira vez pós-lesão (Foto: Aldo Carneiro/ Pernambuco Press)

Antigo titular do Sport, Cláudio Winck perdeu a vaga após uma lesão na coxa direita. Quem entrou no seu lugar foi Raul Prata - que não saiu mais. Mesmo recuperado, Winck ficou no banco de reservas durante os três primeiros jogos depois da parada ocasionada pela Copa do Mundo e voltou a ser acionado na derrota de 4 a 1 para o Flamengo. Foi dele o gol de honra do Leão. E talvez este gol - o segundo dele marcado pelo rubro-negro - tenha sido fator preponderante para um retorno ao time titular.
- Independentemente de Claudinei me colocar como titular ou não, eu vou trabalhando como vem sendo feito. Eu já vinha em uma sequência boa antes, mas tive uma lesão. Nesse período, trabalhei bastante, consegui voltar marcando um gol e quero manter essa fase.
Para que Cláudio Winck jogue, talvez Raul Prata não precise sair. Isto porque também é especulada a possibilidade de Claudinei Oliveira repetir algo que Vanderlei Luxemburgo fez no ano passado: a "dobradinha" de laterais. Em 2017, foi com Sander e Mena, pelo lado esquerdo. Agora pode ser com Prata e Winck - este mais adiantado - pelo lado direito.
- Sem dúvida Rogério (que está lesionado) é um grande jogador, é importante e vai fazer falta, mas temos jogadores de velocidade. Quando eu estou em campo, consigo dar essa velocidade, mas espero que Claudinei acerte isso para que a gente consiga fazer um bom jogo no domingo.
Os jogadores do Sport debateram muito a queda de rendimento que a equipe tem mostrado nas etapas finais das útimas partidas - principalmente nas quatro derrotas consecutivas.
- É difícil achar uma coisa só. Acredito que a gente tem de entrar muito ligado. Agora vamos pegar a Chapecoense e é complicado, temos de nos impor e mostrar nosso futebol. Não é só o primeiro ou o segundo tempo, temos de estar ligados durante os 90 minutos.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Sport inicia venda de ingressos para jogo contra Chapecoense

Nesta quarta-feira, bilheterias abrem para atender aos sócios que aderiram à campanha #EuQueroAIlhaLotada; nesta quinta, demais torcedores podem adquirir entradas


Sport espera grande público na Ilha do Retiro em jogo importante contra Chape (Foto: Daniel Gomes)


De volta à Ilha do Retiro, depois de um giro de dois jogos fora de casa, pela Série A do Campeonato Brasileiro, o Sport inicia, nesta quarta-feira, a venda de ingressos para o confronto com a Chapecoense. A partida contra os caterinenses, que estão na 16ª posição - o Leão ocupa o 13º lugar - , é de grande interesse porque pode ser o um desafogo do clube na competição, em caso de vitória. As bilheterias estão abertas exclusivamente para os sócios que aderiram à campanha #EuQueroAIlhaLotada, que podem retirar as entradas gratuitas, das 9h às 18h. Nesta quinta, no mesmo horário, os demais torcedores podem adquirir os tíquetes nas bilheterias do arco e das sociais.

CRONOGRAMA DE VENDAS

Check-in online
Até à véspera da partida, dia 4
Venda online
Até às 17h do domingo (05), dia do jogo.

BILHETERIAS

Quarta-feira
Bilheterias sociais: das 9h às 18h – exclusivas para os sócios que aderiram à campanha #EuQueroAIlhaLotada
Quinta-feira
Bilheterias sociais e do arco: das 9h às 18h
Sexta-feira
Bilheterias sociais e do arco: das 9h às 18h
Sábado
Bilheterias sociais e do arco: das 9h às 17h
Domingo
Bilheterias sociais e do arco: das 9h às 20h15
Bilheteria visitante: das 14h às 20h15
Bilheteria do muro: das 14h às 20h15

VALORES DOS INGRESSOS

Sócios
Sociais – R$ 15
Arquibancada sede – R$ 10
Arquibancada frontal – R$ 15
Cadeira assento especial – R$ 30
Cadeira ampliação – R$ 30
Cadeira central – R$ 40
Não-sócios
Arquibancada sede – R$ 20
Arquibancada frontal – R$ 30
Cadeira assento especial – R$ 60
Cadeira ampliação – R$ 60
Cadeira central – R$ 80
Proprietários
Camarote – R$ 40
Cadeira central – R$ 40
Cadeira assento especial – R$ 30
Cadeira ampliação – R$ 30
Proprietário e sócio
Camarote – R$ 15
Cadeira central – R$ 15
Cadeira assento especial – R$ 15
Cadeira ampliação – R$ 15
Conselheiro (todos os portões) – R$ 30
Sócio Campeão 87
Cadeira central – R$ 15
Visitante
R$20

História

O Sport Club do Recife nasceu em 13 de Maio de 1905, quando o pernambucano Guilherme de Aquino Fonseca - voltando de uma temporada de estudos na Inglaterra e já encantado pelo esporte bretao - fundou, na companhia de alguns seguidores, aquele que viria a tornar-se o maior clube do Norte-Nordeste do Brasil, seja em relaçao a patrimônio, estrutura, conquistas, glórias, títulos e uma imensa e fiel torcida.

A sede do Sport Club do Recife fica localizada na Praça da Bandeira, no bairro da Ilha do Retiro, em Recife. A grande estrutura abriga quadras de tenis, basquete, vôlei, handebol, hóquei e vários outros esportes. Conta também com um grandioso parque aquático, além de um centro de treinamento de futebol e a casa de todos os rubro-negros: o estádio Adelmar da Costa Carvalho, carinhosamente chamado de Ilha do Retiro.

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