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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Gramado da Ilha do Retiro sobrevive ao "Maior show do Mundo"

Ainda verde, grama da Ilha do Retiro não "morreu" depois do show do último sábado

À primeira vista, parece preocupar o atual estado do gramado da Ilha do Retiro, após a realização do Maior Show do Mundo. Alguns pontos enlameados, grama levemente “riscada” em função do material de proteção e outras deteriorações. Mas o campo resistiu aos pisoteios de quase 40 mil pessoas e à chuva torrencial da noite do sábado. Sobreviveu. Manteve-se verde. Graças aos trabalhos de resguardo. Na tarde deste domingo, o Superesportes visitou o local, observou diversas áreas da cancha rubro-negra, conversou com funcionários e concluiu: os dirigentes do clube, antes temerosos, podem ficar mais despreocupados.

Segundo Valdo Nunes, gerente da empresa responsável por implantar as placas de proteção do gramado, o Sport já poderia utilizar o estádio para jogo da próxima rodada da Série B, caso fosse na Ilha. “Até amanhã (terça-feira), vamos recolher todo o material. Daí, basta dar o corte, 'pentear' a grama e manter a adubação e a irrigação. Se chover, vai dar uma 'lavada’ nestas regiões de lama e ficar com um aspecto bem melhor”, explicou Valdo, com a experiência de terem feito o mesmo tipo de ação na Arena Barueri e, por três vezes, no Morumbi.

O mais importante, de acordo com o gerente, foi a sobrevivência da grama. “Está toda verde. Se estivesse morta, estaria amarela”, afirmou. A relva do Leão foi protegida por cerca de 5,5 mil placas de plástico de tipo resistente e moldados com pequenos furos - segundo os especialistas, para manter a oxigenação. E o zelo não se remeteu apenas às quatro linhas, mas sim a toda área das laterais do campo.

Há vários anos, o solo rubro-negro é alvo de críticas. Inclusive, o estado do campo foi o vilão de diversas lesões de jogadores. O problema de drenagem é evidente. Dá para notar a “subida” da terra em momentos de chuva. Devido ao temporal, o produtor de eventos Waldemar Valente acredita que a grama poderia estar mais castigada se, ao invés do show, tivesse ocorrido o clássico contra o Náutico. “Não só o gramado, mas toda a estrutura da Ilha ficou preservada. O clube só fez ganhar com esta retomada de grande espetáculo em estádio”, avaliou Waldemar.

Lixo

Assim como a preservação do gramado, chamou a atenção o volume de lixo acumulado após os shows de sábado. Domingo, um funcionário calculou mais de seis containers lotados, principalmente de latas e copos. A previsão de conclusão dos trabalhos de limpeza e organização é para o meio-dia desta segunda-feira.

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História

O Sport Club do Recife nasceu em 13 de Maio de 1905, quando o pernambucano Guilherme de Aquino Fonseca - voltando de uma temporada de estudos na Inglaterra e já encantado pelo esporte bretao - fundou, na companhia de alguns seguidores, aquele que viria a tornar-se o maior clube do Norte-Nordeste do Brasil, seja em relaçao a patrimônio, estrutura, conquistas, glórias, títulos e uma imensa e fiel torcida.

A sede do Sport Club do Recife fica localizada na Praça da Bandeira, no bairro da Ilha do Retiro, em Recife. A grande estrutura abriga quadras de tenis, basquete, vôlei, handebol, hóquei e vários outros esportes. Conta também com um grandioso parque aquático, além de um centro de treinamento de futebol e a casa de todos os rubro-negros: o estádio Adelmar da Costa Carvalho, carinhosamente chamado de Ilha do Retiro.

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