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domingo, 23 de abril de 2017

Sport elimina o Náutico com empate em 1 a 1 na Arena e está na final do Pernambucano

Leão jogou com o regulamento, administrou a vantagem e se garantiu na final


Entre o amplo favoritismo rubro-negro e a ponta de esperança alvirrubra, prevaleceu o mais óbvio. O Sport empatou com o Náutico em 1 a 1, na Arena de Pernambuco, neste domingo, e está na inédita decisão do Campeonato Pernambucano, contra o Salgueiro. Superior tecnicamente, o Leão administrou a vantagem construída sobre o Timbu no jogo de ida, na Ilha do Retiro (3 a 2). Com a vantagem do empate em mãos, jogou o suficiente. De maneira até certo ponto arriscada, é verdade. Riscos calculados pelo limite técnico alvirrubro e por uma tarde segura do sistema defensivo rubro-negro.

O resultado, de quebra, mantém o tabu que vem desde 1985. Foi neste ano que o Timbu eliminou o Leão pela última vez em uma competição. Com o revés deste domingo, foi a 12ª eliminação consecutiva do Náutico frente ao Sport. O primeiro jogo da decisão do Estadual acontecerá somente no dia 5 de maio, quando o Leão receberá o Salgueiro na Ilha do Retiro. Na mesma data, o Timbu inicia a disputa do terceiro lugar, que vale uma vaga na Copa do Nordeste 2018, contra o Santa Cruz, na Arena.

O jogo

Precisando da vitória a todo custo, o Náutico adotou uma postura diferente do jogo de ida, na Ilha do Retiro. Comandando as ações da partida desde os primeiros minutos, o Timbu foi senhor da partida durante os 20 primeiros minutos. Aproveitando-se de uma postura mais conservadora do Leão, os alvirrubros, regidos pelo atacante Erick, tiveram maior posse de bola e foram mais incisivos. Foi, inclusive, do prata da casa a primeira boa chance do jogo aos 8 minutos. Após deixar Ronaldo e Rithely para trás, Erick mandou de longe, a bola desviou e a bola acertou a trave de Magrão.

Assistindo o Náutico comandar a partida, o Leão só veio acordar após o bom lance aos 22 minutos. Cruzamento de Mena para André. O atacante, sozinho, testou para fora. Foi então que o Sport passou a responder, ter mais posse de bola, rodar mais o jogo. Atento, o técnico Ney Franco deslocou o volante Fabrício para fazer a cobertura na esquerda a fim de conter as subidas de Erick. O jogo estava equilibrado quando, aos 31, Marco Antônio bateu escanteio e Giovanni subiu mais que Diego Souza e testou para o gol. A torcida alvirrubra ainda comemorava, quando, três minutos depois, foi a vez de Matheus Ferraz subir mais alto que Ewerton Páscoa e deixar tudo igual: 1 a 1.

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História

O Sport Club do Recife nasceu em 13 de Maio de 1905, quando o pernambucano Guilherme de Aquino Fonseca - voltando de uma temporada de estudos na Inglaterra e já encantado pelo esporte bretao - fundou, na companhia de alguns seguidores, aquele que viria a tornar-se o maior clube do Norte-Nordeste do Brasil, seja em relaçao a patrimônio, estrutura, conquistas, glórias, títulos e uma imensa e fiel torcida.

A sede do Sport Club do Recife fica localizada na Praça da Bandeira, no bairro da Ilha do Retiro, em Recife. A grande estrutura abriga quadras de tenis, basquete, vôlei, handebol, hóquei e vários outros esportes. Conta também com um grandioso parque aquático, além de um centro de treinamento de futebol e a casa de todos os rubro-negros: o estádio Adelmar da Costa Carvalho, carinhosamente chamado de Ilha do Retiro.

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