Atacantes
deixam histórico de noitadas e falta de profissionalismo no passado,
brigam pela artilharia e colocam seus clubes na luta pelo título e por
uma vaga na Libertadores, respectivamente
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| André começou mal no Sport, mas depois embalou e virou decisivo |
Aos 26 anos, André tem um gol a mais do que Jô na temporada: 19 em 45
partidas oficiais (média de 0,42). Negociado pelo Corinthians com o
Sporting, de Portugal, há um ano, enfrentará o Timão pela primeira vez
desde que saiu pela porta dos fundos, sendo considerado uma aposta
fracassada da diretoria.
Marcado por um pênalti perdido nas oitavas de final da Libertadores,
contra o Nacional-URU, que custou a classificação do Timão, ele deixou o
clube meses depois com seis gols em 29 jogos.
Adquirido pelo Sport no início do ano como a contratação mais cara da
história do clube, em negócio de cerca de R$ 5 milhões, o atacante
demorou a engrenar. Perdeu três pênaltis consecutivos nas primeiras
partidas e chegou a ficar 11 jogos seguidos sem marcar.
A torcida do Sport, porém, teve a paciência que faltou no Parque São
Jorge, preferindo não explorar sua fama de baladeiro. André, aos poucos,
se encontrou. No Brasileirão, sob o comando de Vanderlei Luxemburgo,
embalou.
Tornou-se artilheiro do time no ano, ultrapassando Diego Souza (16
gols). Decidiu jogos na Sul-Americana e tem sido útil na briga por uma
vaga na Libertadores (fez nove gols). O time nordestino é o sexto
colocado.
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