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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Ao menos o esforço do time animou


Sport x Vasco Série A
Se o empate não era o que o Sport precisava, pelo menos o esforço e a vontade do time deram um pingo de esperança para o torcedor, que já não aguentava mais aquela leseira dentro de campo. 



Mas pelo menos um jogador parecia não estar em sintonia com o restante do time. A principal referência do time, Diego Souza, que há vários jogos não atua bem, forçou uma expulsão aos 20 minutos do primeiro tempo, deixando o Sport com menos um até o final da partida. 

Há quem diga que foi exagero do árbitro – que nos roubou em outro lance a ser abordado mais pra frente – mas nada, absolutamente nada, justifica aquela reação de Diego Souza ao sofrer a falta no meio do campo, quando o juiz já estava com o amarelo na mão para apresentar ao adversário. 

Há quem diga que a justificativa é um festival de pagode no final de semana. 

O que era domínio do Sport virou equilíbrio depois da expulsão. Os vários gols perdidos mais uma vez fizeram falta e o castigo não demorou a chegar. 

Aos 38 o time de Eurico Miranda abriu o placar e desceu pro vestiário na vantagem. 



A mesma arquibancada que aplaudiu Diego Souza na expulsão, vaiou o time que estava correndo com vontade. 

No segundo tempo, tudo parecia encaminhado pra mais uma derrota em casa, quando Sandro Meira Ricci marcou erroneamente um pênalti a favor do Sport. Apesar de errado, estava convicto e foi acompanhado pela estátua que fica na linha de fundo e pelo bandeira que estava no ataque do Sport. 

Mas foi alertado pelo outro bandeira, que estava quase na Abdias de Carvalho, que não tinha sido pênalti. Mais um lance claro de interferência da TV. A informação de quem viu o replay somado ao medo de um dirigente que já estava mordido por levar um gol de mão na semana anterior, fizeram o convicto árbitro voltar atrás. 

Passou a mão. Sem dó, nem piedade. 

A reação do time – Ronaldo Alves queria sair de campo – dava a entender que sairíamos com a derrota mesmo. 

Mas vimos um Sport raçudo como há muito não víamos e o empate veio. Da cabeça de André, melhor jogador do time, que mesmo quando não consegue marcar, não baixa a cabeça e corre o jogo todo. 

O resultado foi péssimo pela sequência sem vitórias no campeonato e pela proximidade que estamos com o Z4, mas a vontade do time faz a gente sentir um pouco de esperança pra conquistar os 16 pontos que restam e se manter na Sulamericana. 

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História

O Sport Club do Recife nasceu em 13 de Maio de 1905, quando o pernambucano Guilherme de Aquino Fonseca - voltando de uma temporada de estudos na Inglaterra e já encantado pelo esporte bretao - fundou, na companhia de alguns seguidores, aquele que viria a tornar-se o maior clube do Norte-Nordeste do Brasil, seja em relaçao a patrimônio, estrutura, conquistas, glórias, títulos e uma imensa e fiel torcida.

A sede do Sport Club do Recife fica localizada na Praça da Bandeira, no bairro da Ilha do Retiro, em Recife. A grande estrutura abriga quadras de tenis, basquete, vôlei, handebol, hóquei e vários outros esportes. Conta também com um grandioso parque aquático, além de um centro de treinamento de futebol e a casa de todos os rubro-negros: o estádio Adelmar da Costa Carvalho, carinhosamente chamado de Ilha do Retiro.

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