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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Agora com a "sombra" de Juninho, atacante André vê jejum de gols ameaçar vaga no time

Camisa 90, que teve recepção de ídolo no seu retorno e custou R$ 5,2 milhões aos cofres do Leão, já acumula oito jogos sem balançar as redes


A vitória de virada por 3 a 2 sobre o Náutico poderia ter sido bem mais tranquila caso o Sport não tivesse errado tanto nas finalizações ao longo da partida. Principalmente no primeiro tempo, quando apenas o atacante André desperdiçou três lances claros de gols. Dois deles, de frente para o goleiro alvirrubro, Tiago Cardoso. Além disso, o camisa 90 viu do banco de reservas o seu substituto, o prata da casa Juninho, marcar os tentos da vitória leonina, aos 45 e 46 minutos do segundo tempo ao mesmo tempo que viu seu jejum de gols aumentar para oito partida.


Desta forma, restou ao técnico Ney Franco, mais uma vez, pedir paciência à torcida com relação ao atacante, contratado junto ao Sporting, de Portugal, por R$ 5,2 milhões. A segunda mais cara da história do clube só superada pela aquisição do também atacante Rogério por R$ 6 milhões, em uma venda dividida em duas parcelas junto ao São Paulo (R$ 2,5 milhões pagos ano passado e mais R$ 3,5 milhões depositados no início do mês). 

"André é um jogador que sabe fazer gols. Na história de muitos atacantes do futebol brasileiro, em alguns momentos ele passa por uma sequência de jogos sem gols. Mas uma hora a bola vai entrar de novo. O André é um jogador que vai nos ajudar bastante ainda. Contra o Náutico ele teve oportunidade, não fez, mas nos ajudou muito no plano tático. Tem a credibilidade da comissão técnica, da diretoria e com certeza da torcida. Só peço um pouco mais de paciência", destacou Ney Franco.

Vale lembrar, no entanto, que a má fase de André não é recente. No Sporting, o atacante balançou as redes apenas três gols em 14 jogos. Antes, com a camisa do Corinthians para onde foi após brilhar no Leão em 2015, foram seis tentos em 29 partidas. Na volta ao rubro-negro foram apenas cinco contabilizando já 17 partidas. Aproveitamento que nem de longe lembra os números da sua primeira passagem, quando foi o artilheiro do time no Campeonato Brasileiro com 13 gols em 29 aparições. E que fizeram André ter uma recepção de ídolo por parte da torcida na sua chegada ao Recife, em fevereiro.

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História

O Sport Club do Recife nasceu em 13 de Maio de 1905, quando o pernambucano Guilherme de Aquino Fonseca - voltando de uma temporada de estudos na Inglaterra e já encantado pelo esporte bretao - fundou, na companhia de alguns seguidores, aquele que viria a tornar-se o maior clube do Norte-Nordeste do Brasil, seja em relaçao a patrimônio, estrutura, conquistas, glórias, títulos e uma imensa e fiel torcida.

A sede do Sport Club do Recife fica localizada na Praça da Bandeira, no bairro da Ilha do Retiro, em Recife. A grande estrutura abriga quadras de tenis, basquete, vôlei, handebol, hóquei e vários outros esportes. Conta também com um grandioso parque aquático, além de um centro de treinamento de futebol e a casa de todos os rubro-negros: o estádio Adelmar da Costa Carvalho, carinhosamente chamado de Ilha do Retiro.

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